Cultivar em casa sem dormir com medo de batida na porta.
A gente entra com o habeas corpus preventivo que autoriza você a plantar cannabis para uso medicinal. Sem sermão, sem juridiquês e sem fingir que a sua situação é diferente do que ela é.
A primeira conversa é gratuita e serve pra você entender se vale a pena. Se não valer, a gente fala isso.
Provavelmente você está numa dessas
Nenhuma delas é motivo de vergonha, e nenhuma delas muda a forma como a gente conversa com você.
Como sai a autorização
É um processo judicial, então tem etapa e tem prazo. Mas o caminho é sempre este:
A gente conversa de verdade
Você conta a situação real: o que usa, pra quê, se já planta, quanto. A partir daí a gente diz o que é possível, o que não é e quanto custa. Sem proposta antes de entender o caso.
Monta-se a documentação médica
Prescrição e laudo de um profissional de saúde habilitado, com a dose e a justificativa do tratamento. Se você ainda não tem, indicamos profissionais parceiros — eles avaliam e prescrevem de forma independente.
Descreve-se o cultivo
Quantas plantas, em que espaço, com qual método e quanto de óleo isso rende por mês. Esse cálculo é o que liga a sua horta à dose prescrita — é ele que sustenta o pedido.
Entra o habeas corpus preventivo
O pedido vai à Justiça pedindo salvo-conduto: um documento que garante que você não será preso nem terá o cultivo apreendido enquanto estiver dentro do que foi autorizado.
Decisão na mão
Saindo a ordem, você recebe o documento e as orientações práticas: onde guardar, o que mostrar numa abordagem, o que não fazer para não perder a autorização.
Três jeitos de contratar
O preço sai depois da primeira conversa, quando a gente já sabe o tamanho do seu caso. Nada de tabela mágica na internet.
Só a análise
Você quer saber se tem caso antes de gastar qualquer coisa.
- Leitura do seu caso e dos seus documentos
- O que falta pra viabilizar o pedido
- Resposta honesta, inclusive se for "ainda não"
Completo
Você não tem nada pronto e quer resolver tudo por um caminho só.
- Todo o trabalho jurídico, do pedido à decisão
- Encaminhamento a médicos parceiros
- Projeto de cultivo com agrônomo parceiro
- Acompanhamento até o salvo-conduto sair
Só o jurídico
Você já tem receita, laudo e projeto. Falta entrar com o processo.
- Revisão dos documentos que você já tem
- Elaboração e protocolo do habeas corpus
- Recurso, se a decisão vier negativa
Não é brecha, é lei
Muita gente acha que isso é jeitinho. Não é. O pedido se apoia em texto de lei, em decisão de tribunal superior e em norma sanitária.
Lei 11.343/2006, art. 2º, parágrafo único
A própria lei de drogas prevê que a União pode autorizar o plantio de vegetais controlados para fins medicinais e científicos. A exceção está escrita ali desde 2006.
Entendimento do STJ
O Superior Tribunal de Justiça vem reconhecendo o direito ao cultivo doméstico quando existe prescrição médica e finalidade terapêutica comprovada — e afastando o caráter criminoso nesses casos.
Regulação da Anvisa
Existe caminho regulatório para produtos de cannabis e para importação. O que ainda não há é uma via administrativa simples para o cultivo em casa — por isso a autorização vem pela via judicial.
Habeas corpus preventivo
É o instrumento certo quando existe risco concreto de prisão por um ato que, na sua situação, não deveria ser crime. O resultado é o salvo-conduto: autorização com nome, limites e validade.
Quem vai cuidar do seu caso
Advogados inscritos na OAB, com atuação em processos de autorização de cultivo. Você fala com advogado, não com robô de vendas.
Rodrigo Lopes Gonzalez
OAB/RS 89.305. Sócio fundador, com trajetória em direito administrativo e atuação em demandas de alto volume.
Juliano de Freitas Jardim
OAB/RS 99.088-A, OAB/SC 44.488-B, OAB/PR 95.077 e OAB/DF 60.012. Atuação em vários estados.
As perguntas que você já fez pro Google às duas da manhã
Se eu procurar advogado, eu me entrego?
Quantas plantas eu posso pedir?
Preciso de receita médica antes de falar com vocês?
Vale pro Brasil inteiro ou só pro meu estado?
Quanto tempo demora?
Posso fazer o óleo em casa?
E se o juiz negar?
Manda a sua situação. A gente responde reto.
Você conta o caso, a gente diz se dá pra fazer, como e quanto custa. Se não for o momento, também falamos — dá menos trabalho pra todo mundo.
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